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Escola de Artes Beija-Flor encerra semestre de atividades com apresentações ao público


A Escola de Artes Beija-Flor I encerrou o primeiro semestre de atividades com a realização do evento “Vivências”, que trouxe experiências dos alunos no ambiente escolar. Na quinta-feira (14) pela manhã grupos musicais se apresentaram ao público e no turno da tarde foi a vez dos grupos de dança brilharem no palco.

Na oportunidade foi lançada a Companhia de Dança Beija-Flor, que reúne os alunos que já desenvolvem as habilidades e competências na área.

Além da Companhia de Dança, neste ano a Beija-flor I implantou o primeiro grupo de Boi-bumbá, representando a cultura maranhense, e deu início a novas oficinas temáticas em Educação Ambiental, Ética para Crianças e Pluralidade Cultural.

“A Escola de Artes Beija-Flor tem lapidado os talentos aqui do município. Tudo começou apenas com um projeto e hoje temos duas escolas de artes em funcionamento. A prefeita Dinair Veloso tem a intenção de construir a terceira escola na região do Parque Alvorada”, comentou o Secretário de Educação de Timon, Samuel Rodrigues.

Atualmente a escola tem mais de 800 alunos matriculados e a previsão é que sejam ofertadas novas vagas para o segundo semestre deste ano. “Nós evoluímos bastante na escola, saímos de 500 para 835 alunos matriculados. A partir da próxima segunda-feira (18) vamos anunciar a abertura de novas vagas”, afirmou o diretor da Escola de Artes, Raih Santos.

A bailarina Guanna Clyz falou da satisfação em poder retomar as atividades presenciais e se apresentar em eventos. “A dança traz uma sensação incrível, toda dança tem uma história que nos dá bastante satisfação perante o público”, disse a jovem.

A autônoma Ivelta Costa acompanhou a neta Alice, que tem seis anos de idade, nas apresentações. “Para as crianças é um investimento muito bom e complementa o ensino regular. Eu vejo a minha neta bem animada e otimista”, relatou.

A dona Rosélia Silva, mãe da Sofia que tem dez anos de idade, compartilhou a satisfação em ver a filha se desenvolvendo no projeto. “A Escola de Artes é a nossa segunda casa. Minha filha melhorou bastante o comportamento”, contou. “Para mim foi maravilhoso poder me apresentar novamente com as minhas colegas da escola”, disse a criança.