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Prefeitura de Timon conta com importante trabalho de manejo de abelhas


A partir do mês de julho, é comum o aumento da incidência de enxames na Zona Urbana da cidade. Isso porque, nesse período, ocorre a diminuição de floradas e o aumento de queimadas em áreas rurais. Por essa razão e tendo em vista o risco que picadas de abelhas pode trazer a moradores, a Prefeitura de Timon mantém na Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SEMMA) uma equipe de controle e manejo de abelhas.

Segundo explicou Wendy Costa, que coordena a equipe, ao receber as demandas, é preenchido um requerimento e, em seguida, realizada a vistoria. “Na vistoria a equipe avalia a gravidade e a urgência de cada situação e verifica o que vai precisar pra realizar a retirada, como por exemplo: se vai precisar de andaimes, escada etc. Após a vistoria, é feito o agendamento para a retirada”, esclarece Wendy.

 

Dependendo do caso, o agendamento pode ser realizado ainda na residência do morador (em casos mais simples) ou junto à coordenação da equipe, para as devidas providências (quando são necessários equipamentos específicos). “Em algumas situações, é necessário carro munck, escada, motosserras e limpeza da área. Para isso, contamos com a parceria do DEMIP (Departamento de Iluminação Pùblica) e da SLU (Superintendência de Limpeza Urbana)”, completa Wendy Costa.

 

Quando as abelhas são de espécies italianas ou quando há crianças, idosos ou pessoas alérgicas próximo ao local, o agendamento prioritário.  

Somente no primeiro semestre de 2022 foram atendidas 48 ocorrências desse tipo. Um dos profissionais que atuam no manejo das abelhas é o apicultor Felipe Araújo, que é auxiliado técnico Reinaldo Pereira. Felipe alerta para que a população não realize a remoção de enxames por conta própria. “Porque, para realizar esse trabalho, é preciso utilizar técnica e equipamentos próprios, para garantir a segurança tanto dos profissionais, como também das abelhas, que são importantes polinizadoras e contribuem para a produção de nossos alimentos, então elas precisam ser preservadas”, enfatiza o apicultor.

 

Outro fator importante é que não se deve jogar nenhum produto sobre as abelhas. “A gente sabe que muitas pessoas costumam jogar álcool, querosene, água, inseticida ou fogo, mas é um grande risco, porque elas podem atacar, e também não se pode matar, porque isso configura Crime Ambiental previsto na Lei Federal nº 9605 de 1998”, acrescenta o secretário da SEMMA, José Carlos Assunção.

 

Por isso, ao visualizar uma colmeia, o morador deve acionar imediatamente a SEMMA e solicitar a retirada. Para informar sobre a presença de abelhas em logradouros públicos ou privados, basta procurar a SEMMA, na Rua Acrísio Veras, número 488, bairro Mangueira, ou através dos telefones (86) 99928-2157 e (86) 99943-5549 (ligação e WhatsApp).