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Mercados limpos e organizados vão além do marketing, reforça Vigilância Sanitária de Timon


A Vigilância Sanitária de Timon tem como principal papel atuar em prol da saúde da população. Para isso, fiscaliza, autua, intervém e aplica alvarás em estabelecimentos para controlar os diversos tipos de problemas sanitários que podem ocorrer e afetar a saúde das pessoas e Meio Ambiente. No município, um dos grandes desafios do órgão é mudar a mentalidade de comerciantes e feirantes, que ainda precisam assimilar a rigidez da organização e da limpeza como pontos indispensáveis para o bem comum.

A Prefeitura de Timon contemplou todos os feirantes dos mercados públicos da cidade com kit EPI. O kit é destinado ao uso individual de todo e qualquer trabalhador que precise de segurança e proteção contra fatores que coloquem em risco a higiene básica no manuseio de alimentos. Toucas, luvas e aventais foram distribuídos de acordo com os segmentos alimentícios de cada trabalhador.

É nesse sentido que a Vigilância Sanitária atua no município de Timon, com a fiscalização minuciosa dos mercados públicos.

“O trabalho da vigilância é de suma importância, porque ajuda a minimizar os riscos das doenças transmitidas por alimentos(DTAs), decorrentes da má manipulação, ao não uso de equipamentos, e também fornecer ao feirante uma condição adequada de trabalho”, esclarece a diretora da Vigilância Sanitária, Darlla Juliana dos Santos.

Garantir a segurança dos consumidores e beneficiar as vendas é um dos objetivos dos agentes, que precisam que os trabalhadores façam a sua parte. As normas devem ser cumpridas, e ficaram ainda mais rigorosas com a pandemia da Covid-19.

A Vigilância Sanitária reforça o uso dos kits pelos comerciantes. Os equipamentos de proteção não devem ser ignorados, pois evitam o risco de contaminação dos alimentos. Isso significa que se apresentar bem visualmente não deve causar apenas a sensação de higiene, mas a garantia dela.

“Os problemas mais comuns nos mercados é a questão do descarte de resíduos sólidos e líquidos. Além do não uso dos EPIs (kits de proteção) por parte dos feirantes, que não gostam de estar utilizando toucas, aventais, máscaras”, aponta a diretora.

Dessa forma, a Vigilância Sanitária não se apresenta como um obstáculo ao negócio, visto que atua para trazer benefícios mútuos para comerciantes e consumidores.