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Oficina promove tratamento terapêutico no Caps AD


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Pensando sempre no bem estar do paciente e com o propósito de promover um tratamento de qualidade, a Secretaria Municipal de Saúde realizou, por meio do Centro de Atenção Psicossocial – CAPs AD, uma oficina de Flores de Papel destinada a usuários dessa unidade. De acordo com a terapeuta ocupacional do CAPs AD, Priscila Buhatem, a oficina tem a proposta de promover a autonomia dos usuários, incentivando-os a descobrir novas habilidades.

 

“A oficina aumenta a autoestima e autoconfiança do usuário, promovendo o alívio de ansiedade, ampliando a capacidade de resiliência, ou seja, a capacidade de superar e de se recuperar das adversidades, redimensionar a relação de tempo e espaço, estimular a memória em todos os níveis, despertar interesses e a criatividade, integrar e socializar, além de incentivar o empoderamento e a iniciativa, visto que são os próprios usuários que coordenam a oficina, tornando-se multiplicadores do saber e responsáveis pelo desenvolvimento de todas as etapas, e até mesmo pela preservação dos materiais utilizados”, explicou.

 

Ainda de acordo com a terapeuta ocupacional, a oficina teve o objetivo de confeccionar flores para o Dia das Mães, que está se aproximando, servindo assim tanto para ensiná-los possíveis meios de decoração quanto para confecção de possíveis presentes a serem feitos por eles mesmos.

 

Terapia Ocupacional

A Terapia Ocupacional é caracterizada como a profissão da área da saúde que promove o desenvolvimento, tratamento e a reabilitação de indivíduos ou grupos que necessitem de cuidados, físicos, sensoriais, psicológicos e/ou sociais, de modo a ampliar seu desempenho e participação social, através de instrumentos que envolvam a atividade humana em um processo dinâmico relacional entre esta pessoa, o terapeuta e a atividade. Para isso, o terapeuta ocupacional lança mão, em diferentes situações, do uso específico de atividades expressivas, lúdicas, artesanais, da vida diária e de automanutenção, psicopedagógicas, entre outras, previamente analisadas e avaliadas, sob diversos aspectos. Portanto, funcionalidade, independência, autonomia, percepção de si, percepção do outro, relações interpessoais, atividades básicas da vida diária, atividades instrumentais da vida diária, potencialidade, organização, reinserção social, entre outros objetivos possíveis são aspectos constantemente abordados e que podem ser trabalhados com os usuários considerando esta forma de raciocínio clínico.

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